Movimento negro pressiona para tirar Ação da Cidadania de galpão

Audiência pública no Ministério Público Federal (MPF) termina sem consenso em relação ao imóvel que faz parte do complexo do sítio arqueológico do Cais do Valongo e foi declarado Patrimônio da Humanidade em 2017, mas desde 2000 é ocupado pela ONG Ação da Cidadania

Valongo, patrimônio da Humanidade: o que foi feito?

Audiência pública que acontece nesta quarta (8) será aberta a toda a população, sem necessidade de inscrição prévia. O objetivo é discutir as medidas realizadas um ano depois da inscrição do sítio arqueológico na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco

Ação da Cidadania fica em galpão até conclusão de centro cultural

Trégua no impasse judicial entre o governo federal e uma das mais importantes obras sociais do país. O Ministério da Cultura permitiu que a Ação da Cidadania permaneça no Armazém Docas Dom Pedro II até que o Centro de Interpretação, Referência e Visitação do Cais do Valongo seja inaugurado. Espaço custará R$ 2 milhões

Cais do Valongo festeja um ano como patrimônio cultural da Humanidade

O Cais do Valongo, na Zona Portuária, vai festejar na segunda-feira o primeiro aniversário do título de Patrimônio Cultural da Humanidade concedido há um ano pela Unesco. O dia 9 de julho passa a fazer parte do Calendário Oficial de Eventos e Datas Comemorativas do Rio de Janeiro. É o que determina o decreto assinado pelo prefeito Marcelo Crivella e publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (5)

Quilombo Pedra do Sal protesta contra veto do prefeito Crivella

Berço do samba carioca e um dos mais importantes redutos da história dos negros no Brasil, o Quilombo da Pedra do Sal está em clima de protesto contra o veto do prefeito Marcelo Crivella à inclusão do local como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Povo Carioca. Nesta segunda-feira (2), dia da tradicional roda de samba no local, a medida deverá ser lembrada também por frequentadores do evento.

Cais do Valongo: um patrimônio mundial da cultura negra sob risco

Maior porto de comércio escravocrata do mundo, segundo a Unesco, guarda registros da cultura negra do Rio, mas precisa de cuidados. Denúncia de abandono foi feita durante audiência pública na Alerj. Comissão de Cultura quer aulas públicas sobre a história da região.