Veja em quais bairros a gasolina é mais barata - e os mais caros | Diário do Porto


Economia

Veja em quais bairros a gasolina é mais barata – e os mais caros

Preço da gasolina varia até 10,93% nos bairros no Rio, e média se mantém acima de R$ 6 em abril. Aumento gera perda de renda para motoristas de aplicativos

5 de maio de 2021

Gasolina varia até 13,01% em bairros do Rio de Janeiro (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

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O carioca que for abastecer o seu veículo não se espante: a gasolina aumentou mais uma vez. Com média de R$ 6,164 pelo litro do combustível, ficou 1,06% mais cara nos bairros do Rio de Janeiro em abril.

Segundo levantamento feito pela ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas, o valor cobrado pelo litro do combustível variou até 10,93% em diferentes bairros da capital durante o período, com preços entre R$ 5,796 e R$ 6,430.

O carioca encontrou a gasolina mais cara nos bairros Urca (R$ 6,430) e Lagoa (R$ 6,421), na zona sul; e no Castelo (R$ 6,413), na região central. Já os preços mais baratos foram registrados em Catumbi (R$ 5,796), no Centro; Lins Vasconcelos (R$ 5,870), na zona norte; e na zona oeste, no bairro Pechincha (R$ 5,884).

Ainda segundo a ValeCard, o Rio de Janeiro teve a média mais alta de preços entre os estados do Sudeste (R$ 6,168), enquanto São Paulo foi o estado com a gasolina mais barata (R$ 5,347) na região

Motoristas têm sofrido com os preços flutuantes da gasolina

O aumento no valor do combustível gera perda de renda principalmente para trabalhadores que dependem de veículos para seu sustento, e não somente para locomoção, como é o caso de motoristas de aplicativos.

 


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Felipe Lessa é motorista de aplicativo há 2 anos. Ele conta que os aumentos constantes no preço da gasolina comprometem o lucro no fim do mês. “Muitas vezes o valor da corrida acaba sendo o preço de um litro de gasolina, e isso sem contar os custos de manutenção do carro com limpeza, revisão, higienização, óleo”, conta.

Desde janeiro, a Petrobras já elevou o preço da gasolina nas refinarias em 43%. No caso do diesel, a alta acumulada chega a 36,6%, segundo dados da estatal. Os últimos aumentos anunciados pela estatal ocorreram no dia 15 de abril.

 


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