Universidade de Oxford terá duas unidades no Rio | Diário do Porto


Saúde

Universidade de Oxford terá duas unidades no Rio

Instituto Carlos Chagas e Centro Cultural do Ministério da Saúde serão as sedes de Oxford no Rio. Formar pesquisadores e criar vacinas estão entre objetivos do projeto

6 de dezembro de 2021

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e Louise Richardson, vice-reitora da universidade de Oxford, assinam convênio (divulgação/Ministério da Saúde)

Compartilhe essa notícia:


A tradicional Universidade de Oxford terá duas unidades no Centro do Rio. O Instituto Carlos Chagas e o Centro Cultural do Ministério da Saúde, na Praça Marechal Âncora, foram os locais escolhidos pela renomada instituição de ensino inglesa para iniciar suas atividades no Brasil. As informações são de O Globo.

No Carlos Chagas serão realizadas pesquisas completamente independentes do governo, com financiamento e parceira de outras instituições financeiras, como uma que já foi iniciada há duas semanas sobre terceira dose de vacina contra a Covid com a vacina da farmacèutica Clover.

No instituto também serão realizados dois cursos, com previsão de início para o primeiro semestre de 2022, com professores brasileiros com estrangeiros. O primeiro será uma parceria com um curso existente em Oxford sobre Doenças Infecciosas. O segundo, em parceria com a na Universidade de Siena, na Itália, é de Vacinologia e Desenvolvimento Clínico.

Oxford fará parcerias públicas e privadas

A pesquisadora e professora brasileira Sue Ann Clemens, responsável por trazer os estudos da vacina Oxford/AstraZeneca ao Brasil, e diretora do primeiro mestrado em vacinologia do mundo, na Universidade de Siena, será também a diretora-responsável da unidade. A equipe será dividida em  dois times: um para coordenação de pesquisa, que já tem uma médica e pessoal operacional, e outro para a parte acadêmica educacional de cursos. Além deles, profissionais serão contratados por projetos.

No Centro Cultural do Ministério da Saúde serão conduzidos os projetos resultantes do convênio assinado entre o órgão governamental e a universidade britânica durante a visita do ministro Marcelo Queiroga a Oxford no final de outubro.

No momento, a Universidade está testando a eficiência de sua vacina em conjunto com o conglomerado farmacêutico anglo-sueco AstraZeneca no combate a temida e ainda desconhecida variante Ômicron. Os resultados serão divulgados nas próximas semanas.


LEIA TAMBÉM:

Exposição celebra os 55 anos da Rodoviária do Rio

Grupo Cataratas realiza “Semana da Pessoa com Deficiência”

Pandemia é tema de publicação da Firjan Internacional


/