Rio tem os preços mais altos no país para salas comerciais | Diário do Porto


Imóveis

Rio tem os preços mais altos no país para salas comerciais

Segundo o índice FipeZap, os bairros do Rio mais caros para compra ou locação de salas comerciais são Leblon, Ipanema, Jardim Botânico e Lagoa

23 de fevereiro de 2020

Fecomércio RJ quer transformar o Centro numa ilha de criatividade e inovação (Foto: DiPo)

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De acordo com o índice FipeZap, que monitora anúncios de imóveis em grandes cidades do país, o Rio de Janeiro ainda é o local com os preços mais altos para a compra e locação de salas comerciais de até 200 m².

O preço médio para compra desse tipo de imóvel está em torno de R$ 9.608 por m², mas há tendência de queda, com -1,49%  em janeiro.  Mesmo com os recuos nos preços do Rio de Janeiro nos últimos anos, o índice FipeZap aponta que a cidade também possui os bairros mais caros para aluguel comercial.

Veja abaixo os bairros mais caros:

Bairros com preços de venda mais altos:

Leblon (Rio) – R$ 32.121/m²

Ipanema (Rio) – R$ 22.446/m²

Jardim Botânico (Rio) – R$ 22.069/m²

Bairros com preços de locação mais altos:

Leblon (Rio) – R$ 133,45/m²

Lagoa (Rio) – R$ 84,51/m²

Ipanema (Rio) – R$ 82,12/m²


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O Índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados se apresenta como o primeiro indicador com abrangência nacional, que acompanha os preços de venda e locação de imóveis no Brasil. O índice é calculado pela Fipe com base nos anúncios publicados na página do ZAP Imóveis e em outras fontes da Internet, formando um acervo de dados com mais de 500 mil anúncios válidos por mês.

No conjunto da pesquisa, com todas as 10 cidades, o preço médio de venda de imóveis comerciais teve queda real de 6,3% nos últimos 12 meses terminados em dezembro, ante a inflação IPCA do período, registrada em 4,19%. Em janeiro, o avanço nos preços foi de 0,11%, também abaixo da inflação de 0,21% do mês.

Na locação comercial, a situação é parecida. Em janeiro, a alta foi de 0,12%, também atrás da inflação. Nos últimos 12 meses, houve recuo de 4% no preço do aluguel.

Os números mostram que o setor imobiliário ainda não está passando pelo aquecimento esperado pelos analistas do mercado financeiro. Em um cenário de queda de juros e baixa inflação, há expectativa de que as aplicações tradicionais possam encontrar alternativas em fundos imobiliários e na construção civil.

 


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