Rio sobe para 2º lugar no ranking nacional de empregos | Diário do Porto


Emprego

Rio sobe para 2º lugar no ranking nacional de empregos

Segundo Caged, Rio de Janeiro criou 35,654 novas vagas formais em novembro. Varejo foi o segmento que mais gerou empregos no estado

27 de dezembro de 2021

Setores de Vaejo e Serviços colocam o Rio de Janeiro no segundo lugar no ranking naciional de geração de empregos (foto: Agencia Brasil)

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O Rio de Janeiro gerou 35.654 novos postos de trabalho em novembro, colocando o estado em segundo lugar no ranking nacional de empregos formais. O saldo positivo, mantido pelo 10° mês consecutivo, é aproximadamente 10% maior se comparado ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de janeiro a novembro, o Estado totalizou 180.239 empregos criados. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados no final da semana passada pelo Ministério do Trabalho e Previdência e analisados pelo Observatório do Trabalho da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda.

“Esses números refletem os bons resultados da economia fluminense. Não só acabamos com o déficit de empregos, provocado pela pandemia, como continuamos gerando novos postos de trabalho, o que comprova a retomada da atividade econômica no estado e a recuperação do mercado formal. E vamos continuar trabalhando para que o saldo de empregos continue em alta no Rio de Janeiro e o nossa população possa viver com mais dignidade”, afirmou o governador Cláudio Castro.

Comércio varejista gera mais empregos

Na análise do mês, o maior gerador de empregos formais no Estado do Rio foi o comércio varejista, com 16.511 postos de trabalho criados, seguido pelo setor de serviços, com 15.383. Na terceira colocação está a indústria, que gerou 2.381 empregos, e logo depois a construção, com 1.962 postos criados.

O maior saldo de vagas foi preenchido por jovens entre 18 e 24 anos. Por grau de instrução, 79,5% dos postos foram ocupados por pessoas que possuem o Ensino Médio completo. A divisão por gênero continua equilibrada, com 50,2% dos homens e 49,8% das mulheres preenchendo as vagas.


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