Prefeitura cria empresa para ampliar PPPs | Diário do Porto


Economia

Prefeitura cria empresa para ampliar PPPs

A empresa tem o objetivo de desenvolver PPPs (Parcerias Público-Privadas) e manter as atribuições da Cdurp, no Porto Maravilha

27 de junho de 2022

Guerrante defende modelo de PPP adotado no Porto Maravilha e pretende expandi-lo através da CCPar (Cdurp/Divulgação)

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A Prefeitura do Rio de Janeiro sancionou, na última semana, uma lei complementar que cria a Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos (CCPar). A nova medida busca ampliar as atribuições da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio (Cdurp), que deixa de ser somente gestora do Porto Maravilha e se transforma em estruturadora de contratos de concessões e parcerias público-privadas (PPPs) para toda a capital fluminense.

Com a mudança, a Prefeitura carioca pretende estabelecer uma gestão e captação de recursos mais desenvolvida na esfera de concessões e PPPs e voltar a ter uma equipe concentrada nessa área, que foi descentralizada na última gestão.

Gustavo Guerrante, presidente da CCPar, acredita que esse é um passo importante para a criação de parcerias no setor público. “Nós queremos ser o município com a maior carteira de projetos em parceria com a iniciativa privada do Brasil. O Rio de Janeiro tem potencial para isso e a ideia é justamente aproveitar um conhecimento adquirido ao longo de mais de 10 anos pela equipe da antiga Cdurp para novos projetos por toda a cidade. Vale lembrar que a Cdurp foi responsável por duas das maiores PPPs do país: Porto Maravilha e VLT”, diz o presidente da nova companhia criada pela Prefeitura.


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Projeto da Prefeitura abrange ainda mais funções

A CCPar também incorpora a Rio Securitização, responsável em dar maior liquidez aos cofres públicos por meio da negociação de dívidas do contribuinte. O projeto cria a possibilidade de a empresa prestar serviços de consultoria para terceiros, como outros municípios. A companhia manterá, ainda, todas as atribuições da antiga Cdurp. Nada muda na atuação na Área de Especial Interesse Urbanístico (AEIU) do Porto.


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