Porto Maravilha já soma 4.964 novos apartamentos | Diário do Porto


Imóveis

Porto Maravilha já soma 4.964 novos apartamentos

Impulsionado pelo projeto Reviver Centro, que completa 1 ano nesta semana, o Porto Maravilha é destaque na construção de residenciais

11 de julho de 2022

Clientes lotam estande da Cury no lançamento da 3ª fase do Rio Wonder (foto: Diário do Porto)

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O projeto Reviver Centro, criado pela Prefeitura do Rio para revitalizar a Região Central e ocupar com moradias o Porto Maravilha, está chegando ao primeiro ano de vida. Nesse período, o projeto já recebeu oito pedidos de licença para construir edifícios residenciais na Região Portuária, com um total de 4.964 unidades habitacionais, que quando estiverem ocupadas terão cerca de 18 mil moradores, quase a metade da população atual dos bairros locais.

Quatro dessas licenças para construir no Porto são da construtora Cury, que já está realizando obras para cerca de 3.000 unidades. “Nós acreditamos no potencial residencial do Porto Maravilha, pois essa é uma região que tem todos os atrativos para proporcionar excelente qualidade de vida a seus moradores”, afirma Leonardo Cury, vice-presidente da construtora.

Marcos Saceanu, presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), destaca que morar no Porto Maravilha é sinônimo de estar perto de tudo. “A reboque do Reviver, o Porto passou a apostar nos residenciais. Morar no que podemos chamar de Grande Centro dá um upgrade. Muitos vivem próximos ao trabalho. Sem falar que as pessoas ficam perto do lazer, do Boulervard Olímpico, de teatros, centros culturais, restaurantes”, declara.


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Porto Maravilha é mais barato do que o Centro

Em relação ao preço, segundo a Ademi e o Sinduscon-Rio, comprar um imóvel residencial novo é mais caro no Centro do que no Porto. A média do metro quadrado é de R$ 9 mil, no Centro, e R$ 8 mil, no Porto.

Para Gustavo Guerrante, presidente da CCPar, empresa municipal que gere o projeto do Porto Maravilha, na medida em que os moradores chegam à região, os serviços também vão acompanhar esse processo. “Temos tratativas com hospital, clínica, comércio e a área da educação. Lançamos o Porto Maravalley, num terreno de 10 mil metros quadrados da CCPar. O Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) vai ocupar metade do terreno e, pela primeira vez, oferecerá curso de graduação. Já as escolas públicas da região atendem com folga. Os serviços vão chegar junto com as pessoas”, conclui.

Um calendário de eventos é outra frente da CCPar para ocupar galpões e o Boulevard Olímpico, na Região Portuária. Estão agendados para setembro o Rio Oil & Gas, o Blockchain (de criptomoedas) e o Olé Musical. Para novembro e dezembro, estão previstas atividades da Copa do Mundo na Orla Conde, no Porto Maravilha.


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