Nota do Pier Mauá sobre suspensão da temporada de Cruzeiros | Diário do Porto


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Nota do Pier Mauá sobre suspensão da temporada de Cruzeiros

Em nota Pier Mauá, operador do Terminal de Passageiros do Porto do Rio, apoia a suspensão da temporada e reforça a segurança sanitária dos Cruzeiros

7 de janeiro de 2022

Pier Mauá cumpriu os protocolos sanitários determinados pela Anvisa (DÍÁRIO DO PORTO)

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O Pier Mauá retomou suas atividades para a temporada de cruzeiros 2021/2022 no dia 04 de dezembro de 2021. São esperados quatro navios, com aproximadamente 120 mil passageiros. Em janeiro de 2022 era esperada a chegada de aproximadamente 36 mil passageiros e tripulantes.  De 06 a 21 de janeiro, a cidade do Rio de Janeiro deixará de receber aproximadamente 25 mil turistas e uma injeção de US$ 7.5 milhões na economia carioca.

Na última segunda-feira, 03 de janeiro, recebemos a informação das Companhias Marítimas, que, do dia 05 a 21 de janeiro, às atividades de cruzeiros ficarão suspensas na costa brasileira, por incertezas e potenciais novos ajustes, na interpretação e aplicação dos protocolos operacionais previamente aprovados, no final de outubro, já que foram desenhados antes da nova variante Ômicron.

Hoje, em resumo, e atendendo aos protocolos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – (RDC) 574, todos os usuários do Píer Mauá precisam apresentar o comprovante de vacinação para entrar no terminal, assim como uso de máscara e utilização de álcool gel, o que reitera o nosso compromisso de cumprir com as exigências. Para o caso de passageiros e tripulantes, os protocolos são ainda mais exigentes: todos precisam apresentar testes negativos no prazo de 72h. Já os funcionários do Píer Mauá, começaram a ser testados 100% em dias  de operações.

Os protocolos da Anvisa para os cruzeiros são muito mais rigorosos que a maioria dos outros equipamentos, sejam eles para turistas ou público local, reiterando que todos vêm sendo cumpridos à risca. O diretor de operações do Píer Mauá, Américo Relvas, além de apoiar a decisão das armadoras MSC, Costa Cruzeiros, Anvisa e autoridades do estado e município, sugere que o tratamento ao mercado de cruzeiros tenha isonomia com outras áreas correlatas, tais como aviação, hotéis, resorts, restaurantes, etc.

“Afinal, o que é um Cruzeiro Marítimo, além de um meio de transporte, com atividades abertas e fechadas, com um leque de atrações, os quais estão inseridos no dia a dia dos brasileiros em seus municípios?” indaga Relvas, que ressalta ainda a importância dos protocolos. “A disseminação da nova variante, infelizmente, já é realidade em todo País. Entretanto, acredito que na atividade de Cruzeiros, até mesmo pela capacidade de testagem e demais controles, antes e durante a viagem, os riscos são controlados e mitigados”.

Em entrevista concedida à JP News, no dia 04 de janeiro, segundo o ministro Gilson Monteiro, “99% das pessoas que deram positivo nos cruzeiros foram assintomáticos. Só foram detectados porque as empresas de Cruzeiros estão cumprindo o protocolo de segurança e são obrigadas a fazerem o teste. Esses navios são de cabotagem nacional, ou seja, de circulação dentro do país. Temos o transporte aéreo, o terrestre, aquaviário, e que se esses tiverem que seguir realmente os protocolos da Covid que os Cruzeiros estão seguindo, acho que teremos uma grande surpresa”.

Américo concorda inteiramente com a afirmação acima, bem como as demais considerações apresentadas já citadas. Veja na íntegra a entrevista: https://youtu.be/-HFpesrgiGw


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Confira os protocolos dos navios e do Pier Mauá:

– Vacinação completa obrigatória para hóspedes e tripulantes (elegíveis dentro do Plano Nacional de Imunização);

– Testagem pré-embarque (PCR até três dias antes ou Antígeno até um dia antes da viagem);

– Testagem frequente de, no mínimo, 10% das pessoas embarcadas e tripulantes;

– Capacidade reduzida a bordo para facilitar o distanciamento social de 1,5m entre os grupos e permitir a distribuição de cabines reservadas para isolar casos potenciais;

– Uso obrigatório de máscaras;

– Preenchimento de formulário de saúde pessoal (DSV – Declaração de Saúde do Viajante);

– Ar fresco sem recirculação, desinfecção e higienização constantes;

– Plano de contingência com corpo médico especialmente treinado e estrutura com modernos recursos para atendimento dos hóspedes e tripulantes;

– Medidas de rastreabilidade e comunicação diária com a ANVISA, Municípios e Estados.


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