Museu do Amanhã mostra os impactos da pandemia no mundo | Diário do Porto


Exposição

Museu do Amanhã mostra os impactos da pandemia no mundo

Museu do Amanhã inaugura exposição “Coronaceno, Reflexões em Tempos de Pandemia”, que mostra os impactos da Covid-19 em todo o planeta

5 de março de 2021

Exposição no Museu do Amanhã faz uma reflexão sobre os dias de distanciamento social no mundo (Foto: Agência Brasil / Tânia Rêgo)

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Em 6 ambientes distintos, o Museu do Amanhã, localizado na Praça Mauá,  inaugurou a exposição temporária Coronaceno – Reflexões em tempos de pandemia, para estimular a reflexão sobre os impactos da Covid-19 no mundo e as perspectivas para o pós-pandemia.

A mostra ficará aberta ao público até 30 de maio, com visitação estendida em uma hora por dia, das 10h às 18h, de quinta-feira a domingo.Todos os ingressos são adquiridos online, no endereço https://www.ingressorapido.com.br.

Dividida em 6 núcleos, a ideia é que o visitante entenda como a influência humana e a globalização foram fundamentais para a expansão do vírus por todos os continentes, os impactos econômicos e o trabalho dos cientistas, com acesso a equipamentos reais utilizados em pesquisas, além de itens pessoais de cientistas brasileiros.

“Refletir sobre essa pandemia é primeiro trazer o significado do luto, da tragédia que está inserida nesse contexto. O segundo aspecto dessa reflexão é trazer à tona a importância da ciência, pra vida, pro dia a dia”, afirma Ricardo Piquet, diretor-geral do Museu do Amanhã.

Exposição Coronaceno no Museu do Amanhã
Exposição Coronaceno no Museu do Amanhã: um dos espaços da mostra homenageia profissionais essenciais da pandemia (Foto: Divulgação/Museu do Amnahã)

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Percurso da pandemia

Na primeira sala da exposição o visitante é convidado a refletir sobre o próprio tema proposto: como a influência humana e a globalização foram fundamentais para a expansão do vírus por todos os continentes.

A sala Essenciais homenageia através de retratos pendurados e textos, os profissionais que mantiveram suas tarefas desde o início da pandemia como médicos, enfermeiros, cientistas, farmacêuticos, garis, profissionais de higienização, entregadores e motoristas de transporte público.

Já a sala Do vírus à pandemia reforça que a principal via de contaminação é o toque, através de mãos e gotículas chapiscadas com tinta fluorescente que se revelam aos olhos dos visitantes com a presença de luzes negras.

Museu do Amanhã
Museu traz reflexões em tempos de pandemia

Homenagem às vítimas

A quarta sala, chamada Memorial aos Que Partiram, é mais emotiva. Ela faz uma homenagem às pessoas que morreram de Covid-19. Há no local uma instalação artística, na qual ampulhetas suspensas mostram o tempo correndo.

Para trazer esperança para o futuro, o módulo A Ciência é Protagonista promove uma imersão do visitante ao recriar laboratórios, com equipamentos reais utilizados em pesquisas, além de itens pessoais de cientistas brasileiros. O objetivo é reforçar o papel fundamental da ciência para a sobrevivência. A sala também é uma homenagem aos pesquisadores brasileiros, representados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A exposição encerra com a sessão A Cultura é o Caminho, que aborda as dificuldades enfrentadas pelo setor cultural, que é um dos setores mais atingido pela pandemia, e a transformação “do tradicional ao digital”.


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