Música

Movimento, música e performance no palco do Rival

Onze artistas performáticos, compositores e arranjadores experientes formam a Orquestra Manouche, que fez sua apresentação no Teatro Rival Petrobras, com canções de seu álbum de estreia

3 de outubro de 2018
Formada por 11 músicos, orquestra apresenta repertório inusitado nesta quinta (Foto: Divulgação)

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Formada por 11 músicos, orquestra apresenta repertório inusitado nesta quinta (Foto: Divulgação)

Manouche significa cigano; ausência de fronteiras. E é este conceito que inspira a sonoridade de uma companhia de artistas performáticos, compositores e arranjadores experientes, que tem como premissa o desenvolvimento de espetáculos inteiramente autorais e imagéticos, somando movimentação e performance à música. Essa experiência única e surpreendente da Orquestra Manouche pôde ser vivida no dia 4 de outubri no Teatro Rival Petrobras, na Cinelândia.

A orquestra nasceu no núcleo de criação do segundo álbum do cantor e compositor Betto Serrador, ‘Quintal sentimental’.  Além de Betto, que também é pianista e violonista, compõem o grupo outros 10 músicos multi-instrumentistas: Christian Bizzotto (pianista, acordeonista e arranjador),  Alessandro Jeremias (trompista), Tiago Viana (trompete), Adriano Garcia (trombone), Jonas Hocherman (tuba e trombone baixo), Márcio Loureiro (baixo), Cauê Nardi (guitarra e violão), Rick De La Torre (bateria) e Ayran Nicodemo e Renata Athayde (ambos no violino). Duda Maia é a diretora cênica.

Nesta apresentação única no Rival, a Orquestra Manouche tocou canções de trabalho do álbum estreia como “Seja o que Deus Quiser” e “Céu de Outono”, além de sucessos do álbum “Quintal Sentimental” como “O Domador”, “Pra Ganhar o Céu”.

Fonte: Teatro Rival (atualizado em 5 de outubro de 2018, às 9h)

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