Moinho Fluminense terá obras externas no 2º semestre | Diário do Porto

Investimentos

Moinho Fluminense terá obras externas no 2º semestre

Moinho Fluminense, de 1897, é o principal investimento imobiliário no Porto Maravilha. Donos estudam realizar eventos no local antes do fim das obras

2 de junho de 2021


Moinho Fluminense deve ter obras em sua fachada até o final do ano (foto: Divulgação)


Compartilhe essa notícia:


O Grupo Autonomy planeja para o segundo semestre o início das obras externas no Moinho Fluminense, uma das mais imponentes construções do Centro do Rio, no Porto Maravilha. O pedido de licença para intervenções em fachadas do imóvel já está na Prefeitura e aguarda autorização.

Ao mesmo tempo, os proprietários do Moinho Fluminense já comunicaram à Prefeitura a intenção de usar partes do espaço para usos culturais, mesmo antes da conclusão das obras. Por enquanto há só especulações de que poderiam ser realizados eventos, como exposições ou feiras, a partir do fim do ano, quando se espera que a pandemia esteja sob maior controle.

As licenças já obtidas na Prefeitura já permitem que o Autonomy realize obras internas, em áreas não tombadas dos edifícios. E isso está ocorrendo desde 2019, quando o grupo fez a compra dos imóveis. Os trabalhos são preparativos para o uso futuro do Moinho que, inicialmente, deve ser voltado para um empreendimento comercial e corporativo, com áreas de eventos e coworking. Há também a possibilidade de uso hoteleiro e residencial, mas ainda sem definição.

Em 2014, os então proprietários do Moinho Fluminense chegaram a divulgar projeções de como seria um futuro empreendimento com shopping, escritórios, hotel e torre residencial. Na época, havia entusiasmo com as transformações da Região Portuária após o fim das obras do Porto Maravilha. Porém a proposta não foi levada à frente.

Moinho Fluminense
Moinho Fluminense chegou a ter projeto divulgado em 2014 pelos antigos proprietários (foto: projeção do empreendimento)

Moinho Fluminense já passa por obras internas

A Autonomy, com sede em São Paulo, ainda não divulgou data para o lançamento de seu projeto. No ano passado, disse ao DIÁRIO DO PORTO que estava realizando a limpeza e manutenção das edificações protegidas, “de acordo com as diretrizes dos órgãos de preservação do patrimônio”. A propriedade tem 53 mil m² de área construída em um terreno de 27 mil m², ocupando 4 quarteirões.

Uma das especialidades do Autonomy é adquirir prédios antigos para reformar. No Centro do Rio, a empresa já realizou projetos desse tipo, como o da Standard Oil e o Ouvidor 107, todos retrofitados. No Porto, a companhia é dona do edifício comercial Vista Guanabara, vizinho do Moinho, na Avenida Venezuela. Nesse caso, porém, a obra foi erguida do zero.

Desde 2016 funciona em Seropédica o Condomínio Logístico Golgi Seropédica, voltado para o manejo de cargas, erguido numa sociedade entre os grupos Autonomy e o Cadillac Fairview, esse último constituído por um dos maiores investidores imobiliários do mundo, o Fundo de Pensão dos Professores de Ontário, do Canadá.


LEIA TAMBÉM:

Cdurp busca novo modelo para a Feira de São Cristóvão

Reviver Centro é aprovado em 1ª votação na Câmara

Marinha avalia a construção de embarcações no RJ

 



Warning: Unknown: write failed: No space left on device (28) in Unknown on line 0

Warning: Unknown: Failed to write session data (files). Please verify that the current setting of session.save_path is correct (/tmp) in Unknown on line 0