Moinho Fluminense iniciará obras para área multiuso | Diário do Porto


Imóveis

Moinho Fluminense iniciará obras para área multiuso

Antiga fábrica no Porto Maravilha, o Moinho Fluminense será reformado. Projeto prevê uso comercial no início e, depois, residencial

5 de julho de 2022

Moinho Fluminense, na Praça da Harmonia, será alvo de reformas para se tornar um espaço multiuso (Foto: DiPo)

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O Moinho Fluminense, construção histórica na zona portuária do Rio, começa a ser transformado a partir do segundo semestre deste ano. O objetivo das obras inicialmente é tornar a antiga sede da administração em um espaço multiuso, com escritórios comerciais, bares, restaurantes e local para eventos tanto públicos quanto particulares. Todo o projeto, a ser desenvolvido em três anos, deve preservar as características arquitetônicas do conjunto.

A modernização da área ainda prevê, em uma segunda etapa, a construção de prédios residenciais e corporativos em terrenos vizinhos, que faziam parte do complexo industrial. O presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Porto (Cdurp), Gustavo Guerrante, explica que a obra é fundamental para consolidar o Porto Maravilha. “O projeto é fundamental para o plano de revitalização do Porto Maravilha. Como envolve dez mil metros quadrados, ele ajudará a integrar duas áreas da região que estão sendo revitalizadas: o entorno do Boulevard Olímpico e a Praça da Harmonia”, afirma Guerrante.

A revitalização vai muito além do prédio histórico. De acordo com a Cdurp, a intenção é que parte dos imóveis do Moinho permaneça aberta para a circulação do público, com praças compartilhadas para lazer. Mesmo sem o lançamento oficial do projeto, algumas iniciativas culturais já ocorreram no prédio do Moinho. Em novembro do ano passado, por exemplo, o espaço abrigou um ateliê para a montagem de exposições exibidas depois no Museu de Arte Moderna.


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Projeto no Moinho Fluminense caminha para uma evolução

O licenciamento do projeto está sendo providenciado pela Autonomy Investimentos, detentora do espaço desde 2019. Na semana passada, a prefeitura deu aval para o empreendimento, prevendo o uso dos chamados Certificados de Potencial Construtivo (Cepacs). A aquisição destes certificados permitirá que os proprietários do Moinho construam os prédios no entorno. O custo total dos Cepacs dependerá da área a ser construída, ainda não divulgada pela empresa.


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