Mais de 250 toneladas de lixo recolhidas em três dias | Diário do Porto


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Mais de 250 toneladas de lixo recolhidas em três dias

Foram 111t apenas no sábado (30). Operação contou com 414 garis e 67 trabalhadores de apoio, que se revezaram nos Morros da Providência, do Pinto e da Conceição, parte da Central do Brasil e Praça Mauá. Mutirão ocorreu após saída da concessionária Porto Novo, que não recebeu da Caixa

1 de julho de 2018

Mutirão da Comlurb limpa a Praça Mauá para o show de Jota Quest nesta segunda, após o jogo Brasil x México (foto: Divulgação)

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Comlurb Mais na Zona Portuária

#AindaSobreOntem O #ComlurbMais da Região Portuária mostrou a qualidade do serviço do nosso time. Veja o registro em vídeo da ação

Publicado por Comlurb – Companhia Municipal de Limpeza Urbana da Cidade do Rio de Janeiro em Domingo, 1 de julho de 2018

Mais de 250 toneladas de lixo foram recolhidas por agentes da Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana da Cidade do Rio de Janeiro) no mutirão realizado na Zona Portuária, que sofreu ao longo da semana com o excesso de resíduos deixados nas ruas depois que a concessionária Porto Novo, sem receber da Caixa Econômica Federal, deixou a operação.

Um verdadeiro ‘Exército laranja’ dominou a região entre quinta-feira e sábado. Durante três dias, foram 257 toneladas de lixo,  sendo 111 toneladas apenas neste sábado (30). A operação contou com 414 garis e 67 trabalhadores de apoio se revezaram nos Morros da Providência, do Pinto e da Conceição, além de parte da Central do Brasil e Praça Mauá.

De acordo com a Comlurb, os serviços foram executados em 149 ruas, com 2.670 m² quadrados de capina, 74.060 m² de roçada, limpeza em 554 ralos, raspagem de pôsteres e propaganda irregulares em 355 postes, além da remoção de resíduos. Veja no vídeo acima como foi a operação.

Mutirão da Comlurb na Praça Mauá

Críticas à falta de educação

Pelas redes sociais, muitos internautas elogiaram a ação da Comlurb e criticaram a falta de cuidado da própria população, ao deixar lixo espalhado, principalmente nas encostas, podendo provocar sérios danos ambientais e à saúde pública. “Se as pessoas entendessem que não é para jogar lixo no chão não seria necessário mutirões. ‘Se eu não jogar o lixo no chão, gari não tem emprego…’ Morrer para garantir o emprego do coveiro ninguém quer… Parabéns pessoal!!!”, escreveu Mônica Ribeiro Monteiro Loureiro.

Garis limpam morros da região portuária

“Aqui na minha rua eles vieram na quarta de manhã, qd foi a noite já tinha a mesma montanha de lixo e entulho. O povo é muito vigarista e hipócrita. Reclamam de tudo mas não preservam nada. Na lateral do prédio onde moro fica uma imundice por conta dos depósitos de bebidas. Os ambulantes compram as bebidas e jogam as embalagens pelo chão, às vezes jogam até no canteiro em frente ao prédio. E ai daquele que reclamar. ?”, escreveu Carmem Souza.

Apoio à presença da Comlurb

Na página da Comlurb no Faceook, foram também muitas mensagens de apoio aos garis. “A comlurb nunca jamais deveria ter saído da área portuária da cidade maravilhosa”, clamava Leandro Mendes. “Parabéns aos garis. São uma categoria de profissionais que merecem todo o nosso respeito. Se a cidade não está mais limpa é pela falta de educação das pessoas”, escreveu Patricia Et Felis.

Já Luiz Felipe reclamava dos canteiros. “Gostaria de saber quem irá assumir a parte de plantas ( molhar é cuidar ) na Porto novo tinha uma equipe específica. A comlurb tem esse tipo de equipes?”.  Carmem Souza disse que perto do museu do amanhã, alguns canteiros não existem mais há, pelo menos, duas semanas”.

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