Largo do Boticário é revitalizado por empresa da França | Diário do Porto


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Largo do Boticário é revitalizado por empresa da França

Revitalização do Largo do Boticário está sendo finalizada pela Accor, grupo francês hoteleiro que vai instalar nos casarões um novo hotel para jovens

17 de maio de 2022

Projeto de revitalização do Largo do Boticário (Foto: Divulgação)

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O Largo do Boticário, no bairro do Cosme Velho, Rio de Janeiro, está na etapa final do seu processo de revitalização, devolvendo aos cariocas um pouco mais do passado histórico da cidade. Perto da entrada do Túnel Rebouças, a finalização das obras do conjunto de casarões neocoloniais está prevista para julho, quando acontece a inauguração do hotel Jo & Joe, marca da rede francesa de hotéis, Accor, que adquiriu o Largo em 2017.

O empreendimento, que já foi moradia de importantes personalidades da história brasileira, ocupará uma área construída de 4.158  m². O hotel terá 80 quartos, com foco em um público jovem, além de contar com restaurantes, dois bares e espaço de coworking que poderá ser frequentado por qualquer pessoa, não apenas por hóspedes. O ambiente terá também áreas sociais, três piscinas, salão de jogos e terraço com vista para o Cristo Redentor.


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Olivir Hick, presidente das marcas Econômicas e Midscale da Accor no Brasil, disse em entrevista ao jornal O Globo que a revitalização do Largo do Boticário é um presente para o Rio e o Brasil. “Ao reabilitar um local histórico, criamos um novo ponto turístico. O projeto de reavivar os casarões manterá a identidade clássica do local e proporcionará opções de acomodação e entretenimento, tanto para hóspedes quanto para moradores da cidade”, completou Hick.

Em comemoração ao trabalho realizado, a empresa publicará um livro que conta a história do local e mostrará o desenvolvimento dos trabalhos de revitalização arquitetônica. Em “Largo do Boticário: história e requalificação”, os autores Sérgio Lamarão e Luis Octavio Gomes de Souza contam em detalhes toda a história do conjunto de casarões em torno de um largo bucólico, cercado pela Mata Atlântica. O nome do local deriva de seu primeiro morador, o boticário Joaquim Luís da Silva Souto, um profissional bem sucedido, que atendia a Família Imperial brasileira e que foi morar no largo por volta de 1831.

 


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