Impa será primeiro parceiro do Porto Maravalley | Diário do Porto


Inovação

Impa será primeiro parceiro do Porto Maravalley

Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) será anunciado pela Prefeitura como a instituição de ensino âncora do projeto Porto Maravalley

25 de fevereiro de 2022

Diretor-geral do IMPA, Marcelo Viana apresenta projeto Porto Maravalley em café da manhã no Palácio da Cidade (divulgação/Impa)

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O Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) deve ser o primeiro parceiro do Porto Maravalley, projeto que pretende fazer da Região Portuária a versão carioca do Vale do Silício californiano. A novidade foi apresentada em um café da manhã para investidores. no Palácio da Cidade. A Prefeitura do Rio deve fazer o anúncio da parceria nas próximas semanas. As informações são da coluna Capital, do jornal “O Globo”

Uma das instituições mais conceituadas do mundo em sua área, o Impa já possui um campus no Horto, na Zona Sul, onde só oferece cursos de pós-graduação. No Porto, a ideia é que ele ofereça seu primeiro curso de graduação em matemática e que esteja ao lado das startups que vão estar sediadas no chamado Porto Maravalley.

O curso do Impa será um bacharelado em matemática da tecnologia e inovação. A ideia é que os estudantes sejam bolsistas selecionados pelas Olimpíadas de Matemática organizadas pelo próprio Impa.

O Impa será a instituição de ensino ancora do projeto que busca atrair outras empresas e startups que serão instaladas em um grande galpão no Santo Cristo, nas proximidades da Rodoviária e do Morro do Pinto.

A licitação do Porto Maravalley está prevista para o ano que vem, e a expectativa é que o espaço já esteja de pé no fim do ano. Mas antes disso a Prefeitura terá que atuar para resolver um velho problema da região que parece não ter solução: o alto custo da internet. Grandes operadora e a TCR Telecom, concessionária que opera a rede de dutos de fibra óptica que corta o Porto, não chegam a um acordo para baratear o custo serviço.

Quem sofre com isso são os moradores e comerciantes da região, que precisam recorrer a sinal de internet via satélite ou a pequenas operadoras que comercializam pacotes de banda larga com custo alto pelos poucos gigas que oferecem.


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