Hip hop e cultura de rua são temas em exposição | Diário do Porto


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Hip hop e cultura de rua são temas em exposição

O hip hop nasceu nos anos 70 em Nova York, em locais que reuniam comunidades originárias da América Latina, África e Jamaica

16 de outubro de 2018



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TERÇA, 16 de outubro

‘Hip Hop: culturas de rua, memórias, políticas’ (CMAHO)

O hip hop é conhecido mundialmente por ter sido criado nos anos 1970 em Nova York, em locais que reuniam comunidades originárias da América Latina, África e Jamaica. Uma década depois foi absorvido no Brasil por jovens da periferia que passaram a sair cada vez de seus bairros para espalhar a batida do DJ, a dança de rua, o graffiti/pixação e o rap por toda a cidade.

Hip hop e a marginalidade, é a marginalidade, assim foi a concepção do restante da cidade a eles. Hoje, apesar da origem periférica, o hip hop é consumido por todas as classes econômicas.

De 1.9.18 a 20.10.18. Das 15h às 18h. Entrada franca.

EXPOSIÇÕES

Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica

  • A segunda abertura da exposição permanente ‘18’ Linhas Provisórias encerra um ciclo iniciado em março deste ano quando o espaço estava completamente vazio e que colocou em disputa os modos de fazer memória institucional, onde todo o processo de montagem e elaboração da exposição e dos trabalhos dos artistas que foram convidados para dialogar com a trajetória do espaço, que esteve aberto à participação do público.
De 1.9.18 a 2.2.19. Entrada franca.
  • Com curadoria de Alexandre Murucci, celebra a ‘Copy-Art, um movimento artístico mundial, criado por pioneiros nos anos 60 e que tornou-se global nos anos 80, continuando na era digital.
De 1.9.18 a 20.10.18. Entrada franca
De 1.9.18 a 20.10.18. Entrada franca.
  • A mostra ‘Africanizze, que mistura performances, reúne dez artistas que possuem um trabalho em Performance Arte que deformam seus limites através de pesquisas que desviam dos sistemas gerais da Arte por elementos como: Vivência, Negritude, Lugar de Fala, Mulherismos e Feminismos, das Revoluções Sexuais e de Gênero.
De 1.9.18 a 20.10.18. Entrada franca. Recomendada para maiores de 18 anos.
  • Com obras de João Paulo Racy e curadoria de Leno Veras, a mostra ‘Imprópio‘ tem como base material inédito resultante da vasta pesquisa realizada pelo artista nos territórios cariocas afetados pelas políticas de desapropriação no período que antecedeu a realização do jogos olímpicos, em 2016.
De 1.9.18 a 20.10.18. Entrada franca.

Museu Nacional de Belas Artes

  • Das galés às galerias: representações e protagonismos do negro no acervo do Museu Nacional de Belas Artes.
De 30.5.18 a 25.11.18. Das 10h às 18h. Ingressos à venda por R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia) nas bilheterias do museu.
  • O colecionismo no Brasil – Eugène Boudin e os barões de São Joaquim.
De 25.7.18 a 2.12.18. Das 10h às 18h. Ingressos à venda por R$ 8 (inteira) e R$ 4 (meia) nas bilheterias do museu.

Caixa Cultural

  • A exposição ‘O sertão de João Machado‘ apresenta um recorte do trabalho desenvolvido pelo fotógrafo baiano nos últimos 15 anos. São 40 imagens que materializam as lembranças e vivências de João Machado quando criança, bem como as histórias contadas pelo pai romeiro.
De 9.9.18 a 2.12.18. Das 10h às 21h. Entrada franca

Centro Cultural Justiça Federal

  • ‘A mostra coletiva ‘Somos todos iguais‘, composta por mais de 30 artistas visuais, propõe uma análise sobre a igualdade e justiça social. A exposição apresenta pinturas, desenhos, fotografias, esculturas, instalações e arte urbana.
    De 23.8.18 a 21.10.18. De 12h às 19h. Entrada franca. 

Palácio Itamaraty – Museu Histórico e Diplomático

  • No interior do Palácio Itamaraty, na Rua Marechal Floriano 196, o Museu Histórico e Diplomático (MHD) reúne um belo acervo sobre a história diplomática do Brasil. Em seus amplos salões, caracterizados como uma residência no século XIX, há obras de arte, mobiliário de época e objetos decorativos.
    Visitas guiadas as 13h, 14h e 15h. Entrada franca.

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