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 <title>Adversários, Portinho e Lindbergh querem reduzir Parque do Itatiaia</title>
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 <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 20:07:29 +0000</pubDate>
 <dc:creator>Antonio Carlos Faria</dc:creator>
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 <description><![CDATA[Os projetos dos dois reconhecem a propriedade privada em 3,8% da área do Parque Nacional do Itatiaia, o mais antigo do país]]></description>
  
 <content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O senador <strong>Carlos Portinho (PL)</strong> e o deputado federal <strong>Lindbergh Farias (PT)</strong>, ambos representantes do Rio de Janeiro e adversários políticos, apresentaram </span><b>propostas separadas</b><span style="font-weight: 400;">, mas com objetivos semelhantes, para alterar os limites do <strong>Parque Nacional do Itatiaia</strong>, reacendendo o debate sobre o uso e a proteção da unidade de conservação mais antiga do país, oficializada em 1937. Os projetos propõem reconhecer a propriedade privada em 3,8% do total do parque, mas com grandes efeitos sobre a área total de 28 mil hectares (cerca de 39 mil campos de futebol).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Senado, o projeto de Carlos Portinho prevê a recategorização de cerca de 1.065 hectares na porção sul do parque, que passariam a ser denominados Monumento Natural do Vale do Rio Campo Belo. A mudança mantém a área como unidade de conservação, mas altera as regras ao permitir a permanência de propriedades privadas, desde que compatíveis com a preservação ambiental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Câmara dos Deputados, a proposta apresentada por Lindbergh Farias segue a mesma linha geral: também prevê a recategorização da mesma área do parque, com o objetivo de ajustar os limites da unidade em regiões já ocupadas há décadas. Assim como o texto do Senado, a iniciativa do deputado busca permitir a permanência de moradores em áreas consolidadas, condicionando essa permanência ao cumprimento de regras ambientais e ao plano de manejo da unidade. A proposta reforça o argumento da necessidade de regularização fundiária e de redução de conflitos envolvendo famílias que vivem dentro dos limites atuais do parque.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As iniciativas têm recebido críticas do <strong>Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)</strong>, responsável pela gestão do parque, cujos administradores afirmam não terem sido consultados sobre os projetos e demonstram preocupação com possíveis impactos ambientais. Para o instituto, as propostas podem enfraquecer a proteção ao permitir a expansão de ocupações já existentes. A entidade também destaca que há um processo de regularização fundiária em curso desde 2010, embora com avanços lentos devido a entraves judiciais.</span></p>
<h3>Parque do Itatiaia tem moradores desde 1915</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, moradores organizados na <strong>Associação dos Amigos de Itatiaia</strong> defendem a mudança. Criada em 1951, a entidade argumenta que as propostas reconhecem uma ocupação histórica anterior à criação do parque. De acordo com a associação, famílias vivem na região desde 1915, com propriedades adquiridas legalmente. Para os moradores, a recategorização não representa flexibilização ambiental, já que o Monumento Natural também é uma categoria de proteção integral e continuaria sob gestão do ICMBio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O senador afirma que seu projeto busca promover um ajuste pontual nos limites do parque, garantindo segurança jurídica às famílias e reduzindo conflitos fundiários, sem comprometer a preservação ambiental. Já a proposta do deputado reforça esse mesmo direcionamento, indicando que o tema tem mobilizado diferentes forças políticas no Congresso, ainda que por meio de iniciativas distintas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As propostas seguem em tramitação no <strong>Congresso Nacional</strong> e ainda podem sofrer alterações ao longo do processo legislativo. Até o momento, não há previsão para votação em plenário, e o tema deve continuar mobilizando órgãos ambientais, parlamentares e a sociedade civil em torno do futuro do Parque Nacional do Itatiaia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
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