Bodega do Sal | Diário do Porto

Bodega do Sal

A Bodega do Sal é o coração do agito que resgatou a “sacralidade” boêmia da Pedra do Sal, a partir de 2011. André Peterson, o dono do pedaço, é cozinheiro de mão cheia, além de empreendedor destemido que apostou no local que tem um peso histórico imenso. Afinal, nos séculos 18 e 19 era ali que os escravos faziam o escoamento dos alimentos que chegavam em barcos na Região Portuária.

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Rodas de samba são concorridíssimas na Pedra do Sal. Fotos: Facebook Bodega do Sal

A Bodega do Sal é o coração do agito que resgatou a “sacralidade” boêmia da Pedra do Sal, a partir de 2011. André Peterson, o dono do pedaço, é cozinheiro de mão cheia, além de empreendedor destemido que apostou no local que tem um peso histórico imenso. Afinal, nos séculos 18 e 19 era ali que os escravos faziam o escoamento dos alimentos que chegavam em barcos na Região Portuária.

Petiscos são o forte da casa.

Pela movimentação intensa de povo africanos e seus descendentes, o lugar é considerado o berço do samba de raiz, a nossa Pequena África. A roda de samba bomba às sextas-feiras. Só isso compensaria parar por ali para regar os pensamentos históricos com cerveja gelada. Mas também há noitadas de jazz, pop rock, forró pé de serra, reggae, ip-hop, charme. Silêncio não é o forte da área.

Se quiser uma feijoada a preço bem popular, tipo R$ 3 o quilo, chegue cedo para não ficar sem couve ou torresmo!