Gol terá redução de imposto para aumentar voos no Galeão | Diário do Porto


Economia

Gol terá redução de imposto para aumentar voos no Galeão

Gol foi a primeira companhia a solicitar redução do ICMS do querosene de aviação para operações no Galeão. Medida visa fortalecer aeoporto como Hub de voos

28 de janeiro de 2022

Gol foi a primeira companhia a pedir redução de ICMS para operações no Galeão (RioGaleão/divulgação)

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A Gol foi a primeira aérea brasileira a solicitar a adesão ao Regime Tributário Especial que concede redução do ICMS do querosene de aviação para as companhias que operam no Aeroporto Internacional do Galeão. Decreto Estadual em vigor desde 02 de setembro de 2021 reduziu a alíquota do tributo do combustível de 13% para 7%. A medida visa estimular que empresas aumentem suas frequências no Galeão, o que faria do Aeroporto Internacional do Rio um dos principais hubs aéreos do País.

O ato administrativo publicado no Diário Oficial do Estado informa que como contrapartida à redução do tributo, a Gol deve ofertar 204.829 assentos mensais nos aeroportos considerados Centro Internacional de Conexões de voos (HUBS), caso do Galeão. A companhia pode fazer uso do benefício a partir do próximo dia 01 de fevereiro. Agora espera-se um efeito cascata e que outras companhias façam uso do benefício.

Em nota ao DIÁRIO DO PORTO, a GOL informou que pretende manter sua liderança nas operações no Galeão. Mas não estipulou uma data para aumentar suas frequências no Internacional Tom Jobim.

“A GOL busca manter a liderança e relevância do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). Sua malha aérea conta com diversos voos diários para destinos em todas as regiões do Brasil, bem como ao exterior e um aumento de capacidade será anunciado no momento oportuno”.

O fortalecimento do Galeão é visto como fundamental para a retomada econômica do Estado com o arrefecimento da pandemia. Em função disso autoridades políticas e entidades setoriais vêm se posicionando contra a licitação do Aeroporto Santos Dumont nos moldes propostos pelo Governo Federal. O aumento de voos, inclusive internacionais, no terminal do Centro do Rio esvaziaria o Galeão, colocando em risco o futuro do aeroporto que é a porta de entrada do Rio de Janeiro para o mundo.


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