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Fecomércio RJ: confiança dos empresários aumentou

Pesquisa realizada pela Fecomércio RJ apontou que a confiança dos empresários em seus negócios cresceu nos últimos três meses

14 de julho de 2022

Fecomércio RJ fez pesquisa com 395 empresários do comércio, serviços e turismo (foto: Reprodução da Internet)

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Sondagem da Fecomércio RJ, por meio do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ), mostra que aumentou a confiança dos empresários na situação de seus negócios. A pesquisa foi realizada com 395 empresários do comércio de bens, serviços e turismo do Estado do Rio.

Em julho, 37% disseram que a situação melhorou ou melhorou muito, enquanto esses eram de 33,9% em junho. Já 29,1% acham que piorou ou piorou muito na nova sondagem. Em junho, foram 34,2%.

A expectativa de melhora para o decorrer do ano também é boa. Em relação aos próximos três meses, 83% dos entrevistados esperam que a situação melhore ou melhore muito. Na pesquisa anterior, 75% tinham esta confiança. Já para 6,6% dos empresários, o esperado é que piore ou piore muito, índice um pouco abaixo do levantamento anterior que registrou 7,9%. Quanto ao tema demanda pelos serviços/bens de suas empresas para os próximos três meses, os resultados foram similares, com números melhores que os do mês passado.

Em relação aos empregos, a maior parte dos empresários (60%) acredita que o quadro de funcionários continuará o mesmo. A situação é parecida quanto ao crescimento do estoque nos últimos três meses, já que 52,4% disseram que ficou igual ao planejado. Um dado que chamou a atenção foi a alta percepção de crescimento do preço cobrado pelos fornecedores. Para 89,9% dos empresários, os preços dos fornecedores aumentaram ou aumentaram muito em relação ao mês anterior.

Fecomércio RJ diz que restrição financeira é o pior problema

As restrições financeiras são o principal fator que limita os negócios, segundo 45,5% dos entrevistados, seguido de 40,6% que disseram ser a demanda insuficiente. O terceiro limitador apontado pelos empresários é a falta de espaço e/ou equipamentos, com 11,8%.

Quanto à inadimplência, o número de inadimplentes apresentou queda de 31,5% (junho) para 29,9% (julho). No entanto, a inadimplência com fornecedores (35,1%) foi um dos principais problemas relatados pelos empresários.


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