Docas concentrará 400 empregados na Praça Mauá | Diário do Porto

Investimentos

Docas concentrará 400 empregados na Praça Mauá

Praça Mauá também tem prevista a venda do edifício A Noite. Com a mudança de Docas, o local deve ter um impulso em seu processo de requalificação urbana

13 de novembro de 2020
Praça Mauá terá mais 300 empregados trabalhando no prédio administrativo da Companhia Docas do Rio de Janeiro (foto: Divulgação)

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A Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) vai concentrar as atividades administrativas em seu prédio no Porto Maravilha, levando para lá 300 funcionários, totalizando mais de 400 empregados no mesmo local. A iniciativa vai contribuir para a consolidação do projeto de requalificação urbana da Região Portuária.
O prédio do Porto do Rio de Janeiro, que fica na Praça Mauá, passará por obras de readequação, de forma a receber a nova quantidade de funcionários. O projeto básico deve ser concluído em até 90 dias e, em seguida, será realizada outra licitação para a execução das intervenções que forem aprovadas. A mudança da CDRJ está prevista para acontecer até julho de 2021.
Outra iniciativa que deve contribuir para o fortalecimento da revitalização da Praça Mauá e seu entorno é o processo de venda do edifício A Noite, que está sendo executado pelo Ministério da Economia. Desde o mês passado, interessados na compra estão agendando visitas junto à Secretaria de Patrimônio da União (SPU). A expectativa do mercado é a de que o novo comprador realize um empreendimento residencial ou hoteleiro, valorizando novamente aquele que foi o maior edifício do país, ao ser inaugurado em 1929.

Praça Mauá espera novo destino para o edifício A Noite

 

Para o diretor-presidente da CDRJ, Francisco Antonio de Magalhães Laranjeira, a transferência da sede da empresa para a Praça Mauá será benéfica para Autoridade Portuária. “A mudança vai integrar a rotina administrativa da companhia e facilitar a interação entre os profissionais das áreas administrativas e das áreas operacionais. E certamente essa aproximação vai aumentar ainda mais a eficiência e o dinamismo dos setores”, ressaltou o presidente.
O superintendente de Engenharia da CDRJ, Roberto Catalão, que coordena o projeto, explicou que o estudo para a reforma visa melhorar as antigas instalações na Praça Mauá, modernizando o espaço, corrigindo problemas e tornando-o mais seguro e confortável para os empregados. “Devemos optar pelo estilo ‘open office’, mas com os setores separados por divisórias de vidro, evitando a expansão de ruído entre as áreas”, disse Catalão.
Ainda segundo informações do superintendente, a reforma será geral e contemplará os 3 andares do prédio, mantendo apenas o atual auditório. “Haverá troca de piso, forro e revestimentos e teremos um grupo de banheiros e copa por cada andar”, detalhou Catalão. “Além disso, visando buscar maior eficiência em termos de sustentabilidade, serão adotados o sistema de refrigeração Inverter, a iluminação de LED e equipamentos de redução de consumo de água”, afirmou.

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