Pandemia

Crivella restringe obras no Rio e veículos nas Zonas Norte e Oeste

Novas medidas de Crivella proíbem também o funcionamento de bares, o estacionamento na orla, as apostas nas lotéricas e o comércio nas comunidades

11 de maio de 2020
Crivella anunciou restrições ao tráfego em Santa Cruz, Freguesia, Taquara, Realengo, Guaratiba, Tijuca, Grajaú, Pavuna, Cascadura, Madureira e Méier (foto: Prefeitura / Marcos de Paula)

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O prefeito Marcelo Crivella determinou hoje, 11/5, novas ações para tentar reduzir a propagação do coronavírus. Entre as medidas, estão a proibição de obras, do acesso de veículos de não moradores a alguns bairros das Zonas Norte e Oeste e do funcionamento dos bares, em toda a cidade.

Segundo Crivella, as decisões foram definidas após conversas com a comunidade científica e membros de seu gabinete de crise, com avaliações sobre a expansão acelerada da pandemia.

As medidas, que serão detalhadas no Diário Oficial de terça-feira, 12/05, proíbem:

  1. a realização de apostas presenciais em agências lotéricas;
  2. estacionamentos de veículos particulares na orla marítima da cidade, entre as praias do Leme e a do Pontal, exceto para os veículos de proprietários que residam nas proximidades;
  3. o funcionamento de bares (até então, podiam abrir para delivery);
  4. o acesso de veículos particulares de não moradores às regiões centrais dos seguintes bairros, além de aos respectivos calçadões: Santa Cruz, Freguesia (Jacarepaguá), Taquara (Jacarepaguá), Realengo e Guaratiba na Zona Oeste; Tijuca – Praça Saens Pena, Grajaú, Pavuna, Cascadura, Madureira e Méier, na Zona Norte.
  5. a abertura de todo o comércio nas comunidades da idade, com exceção de supermercados e farmácias;
  6. a realização de obras, com exceção das emergenciais, assim entendidas as imprescindíveis ao bom funcionamento das instalações.

Segundo Crivella, “muitas pessoas ainda não se deram conta da necessidade de evitar aglomerações, de ficar em casa, e somente sair para realizar trabalhos essenciais e atender a necessidades inadiáveis. Ao se exporem desnecessariamente, fazem o mesmo às demais pessoas, o que aumenta a propagação do vírus e a sobrecarga nos hospitais, aumentando o risco de mortes”.


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