Diário do Porto

Clínica Jorge Jaber lança série de lives gratuitas sobre saúde mental e dependência química no YouTube

Iniciativa liderada pelo psiquiatra Jorge Jaber abre espaço de diálogo permanente na internet, unindo rigor científico e linguagem acessível

Iniciativa liderada pelo psiquiatra Jorge Jaber abre espaço de diálogo permanente na internet, unindo rigor científico e linguagem acessível (foto: Divulgação)

A Clínica Jorge Jaber, instituição referência no Rio de Janeiro no tratamento de transtornos mentais, estreia nesta semana uma nova ferramenta de educação e conscientização. Trata-se de uma série de lives semanais no YouTube, reunindo especialistas para debater temas cruciais sobre saúde mental e dependência química.

As transmissões são totalmente gratuitas e foram desenhadas para romper os muros da academia, levando discussões baseadas em evidências científicas para o grande público, familiares e interessados no tema.

Conteúdo Acadêmico para Todos

As conversas serão conduzidas pela internacionalista Valentina Soares e seguirão o roteiro acadêmico utilizado no tradicional Curso de Formação de Terapeutas da instituição. No entanto, a linguagem será adaptada para dialogar com questões contemporâneas do Brasil e do mundo.

“A proposta é criar um espaço permanente de diálogo que ajude a sociedade a compreender melhor os desafios da dependência química. Levar essa conversa para o público em geral é uma forma de ampliar o impacto desse conhecimento”, afirma o psiquiatra Jorge Jaber, diretor da clínica.

Combate à Desinformação

Em um cenário onde a saúde mental é frequentemente cercada de estigmas e informações imprecisas na internet, a iniciativa busca ser um porto seguro de dados confiáveis.

“Queremos trazer especialistas, relatos e reflexões que dialoguem com quem está na linha de frente, com famílias e gestores públicos. É um convite ao aprendizado contínuo”, explica Valentina Soares.

Os vídeos serão transmitidos ao vivo e ficarão gravados no canal, permitindo a consulta posterior. Vale ressaltar que, diferentemente do curso de formação, as lives não geram certificado, funcionando como uma atividade de extensão cultural e informativa.


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