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Centro Presente fica nas ruas por mais três meses

A Prefeitura do Rio decidiu prorrogar por três meses a participação no programa, que terminaria no fim de junho. A decisão do prefeito Marcelo Crivella foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (4). Os recursos são utilizados para pagamento do salário dos policiais e em despesas administrativas e operacionais.

4 de julho de 2018

Ferramenta ISP Cidades disponibiliza dados para criação de políticas de segurança pública para os 92 municípios do Estado (Carlos Magno/Gov RJ)

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A Prefeitura do Rio decidiu prorrogar por três meses a participação no Programa Centro Presente, que terminaria no fim de junho. A decisão do prefeito Marcelo Crivella foi publicada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública no Diário Oficial desta quarta-feira (4). Os recursos municipais no Centro Presente são utilizados para pagamento do salário dos policiais e em despesas administrativas e operacionais.

O Centro Presente, que é uma parceria entre prefeitura, governo do estado e Sistema Fecomércio do Rio de Janeiro, foi criado para reforçar a segurança no centro da cidade, com custo de R$ 4 milhões. Ele é parte do Projeto Segurança Presente, que patrulha também o Aterro do Flamengo e a Lagoa, na zona sul da cidade; e o Méier, na zona norte.

A prefeitura informou que, até setembro, quando termina o prazo da prorrogação, fará um estudo para tentar manter sua participação no programa, que considera ser responsável pela redução dos índices de criminalidade na região. Antes de prorrogar a participação, a administração municipal chegou a anunciar que não teria condição de manter seus pagamentos.

“Nesse momento de crise aguda, a prefeitura realiza um grande esforço para cooperar com o estado na segurança pública e renova por mais um trimestre sua participação no Centro Presente”, anunciou o prefeito. Os policiais se cadastram como voluntários para participar do programa e recebem extra do tipo Regime Adicional de Serviço (RAS).

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Ações

O patrulhamento do Centro Presente é feito diariamente por 544 policiais militares e agentes civis (reservistas) em dois turnos, que atuam para coibir roubos e furtos, o consumo e comércio de drogas, e no ordenamento urbano nas áreas patrulhadas. Os agentes fazem também ações sociais com o acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade. As equipes utilizam câmeras para filmar as abordagens e são monitoradas por GPS, dando mais credibilidade às ações.

O reforço na segurança compreende as regiões da Praça Mauá, Candelária, Praça 15, Largo da Carioca, Rua Uruguaiana, Avenidas Sete de Setembro e Presidente Vargas até a Central do Brasil, entre outras áreas. A operação funciona de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 22h, e sábado e domingo, das 8h às 20h.

O programa tem integração com diversos órgãos como a Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos; as polícias Militar e Civil; o Gabinete de Intervenção Federal; a Guarda Municipal; as secretarias municipais de Ordem Pública, de Desenvolvimento Social, de Conservação, de Transportes; a Superintendência Regional do Centro e a Comlurb.

Fonte: Agência Brasil


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