Centro de Inovação BNDES escolherá gestor até abril | Diário do Porto


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Centro de Inovação BNDES escolherá gestor até abril

Espaço, no centro do Rio, terá R$ 20 milhões por ano para desenvolvimento de startups. Cinco propostas estão sendo analisadas no processo de seleção

18 de março de 2019

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O BNDES vai selecionar até abril quem será o gestor do seu Centro de Inovação, que deverá ser inaugurado no final deste ano, no Rio de Janeiro. O espaço será um ambiente para o desenvolvimento de equipes de inovação de grandes e médias empresas, startups, universidades e centros de pesquisa nacionais e internacionais.

Foram recebidas cinco propostas após o BNDES ter realizado a abertura do processo de escolha para o futuro gestor, que apoiará a conexão dos empreendedores com a comunidade de inovação e investimento, além de administrar as instalações do Centro de Inovação.

O espaço deverá se localizar no centro da cidade e ter no mínimo 1.000 postos de trabalho, em uma área útil de 4.000 metros quadrados, com possibilidade para ser duplicado no futuro. O banco tem previsão de investir R$ 20 milhões por ano no Centro de Inovação.


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O Centro de Inovação irá receber as próximas edições do programa BNDES Garagem. Atualmente, na primeira edição, o programa está sendo realizado em escritórios da WeWork, também no centro do Rio.

O BNDES Garagem visa apoiar o desenvolvimento de 60 empreendedores ou empresas dos seguintes segmentos: saúde e bem-estar, sustentabilidade social e ambiental, economia criativa, segurança, soluções financeiras e educação. Também serão priorizadas as startups com soluções de Internet das Coisas aplicáveis a cidades, ambiente rural e indústria.

O programa é desenvolvido em dois módulos. O primeiro (criação) tem como objetivo apoiar a criação de startups, tanto para equipes de pessoas físicas como para empresas. A meta é identificar ideias que ainda não tiveram a oportunidade de serem transformadas em produtos e apoiar seu desenvolvimento.

O segundo módulo (aceleração) visa apoiar projetos de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação de empresas emergentes com alto potencial de crescimento e receita bruta anual de até R$ 16 milhões. A intenção é identificar empresas que já contem com um produto funcional, que possam atender os primeiros clientes, mas que ainda necessitem alavancar as vendas e ganhar escala.


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