CCBB Rio apresenta a exposição da japonesa Chiharu Shiota | Diário do Porto


Exposição

CCBB Rio apresenta a exposição da japonesa Chiharu Shiota

A mostra retrospectiva da artista Chiharu Shiota convida o público a refletir sobre a vida, seu propósito, conexões e memória. Exposição fica no CCBB Rio até o dia 19 de abril

22 de janeiro de 2021

Exposição da japonesa Chiharu Shiota fica no CCBB Rio até abril (Foto: divulgação)

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Depois de passar por Brasília e São Paulo, a exposição Linhas da Vida da japonesa Chiharu Shiota chega ao Rio no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB Rio). Ao todo, são 70 obras que compõem a mostra retrospectiva da artista, abrangendo desde o início de sua produção até os dias atuais. A mostra fica até 19 de abril, oferecendo ao público visitas mediadas que ocorrem aos domingos, às segundas, quartas e sextas-feiras, às 12h e às 16h. Para visitar é só realizar seu agendamento pelo link: (https://linktr.ee/ccbbrj).

A versão carioca da exposição de Chiharu Shiota foi concebida especialmente para o CCBB Rio e apresenta um panorama de obras produzidas em sua carreira, como pinturas, objetos, litografias, desenhos e vídeo, além de três instalações.

Chiharu nasceu em Osaka, no Japão, e há 23 anos vive em Berlim, na Alemanha. Sua origem influenciou todas as suas obras, que carregam uma essência fortemente autobiográfica. Ela procura dialogar com a transitoriedade da vida por meio de instalações efêmeras e uso de materiais do dia a dia, como fios de lã. Ela usa também em sua produção pertences pessoais, entre os quais chaves, roupas, cartas, móveis e barcos. A curadoria é de Tereza de Arruda.

CCBB Rio
Obra de Chiharu procura dialogar com a transitoriedade da vida (foto: divulgação)

As 70 obras estão organizadas em cinco núcleos e representam um convite da artista para que o público reflita sobre a vida e seu propósito, conexões e memórias.

“Com minhas instalações, como a obra central ‘Além da Memória’, quero unir as pessoas no Brasil, não importando sua origem, sua posição social, formação educacional, nacionalidade ou qualquer outro fator divisor. Como humanos, devemos nos unir e questionar o nosso propósito na vida e o por quê de estarmos aqui”, disse a artista.


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