Carnaval

Campeã, Mangueira reescreve a História e lava a alma

“História para ninar gente grande” dá à Mangueira sua 20ª vitória. O DIÁRIO selecionou 20 fotos do desfile, feitas por Fernando Grilli e Gabriel Nascimento

6 de março de 2019
Leandro Vieira, carnavalesco da Mangueira, herói da história recontada

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O jurado da Liga Independente das Escolas de Samba do Grupo Especial confirmou a superioridade do desfile da Estação Primeira de Mangueira e deu à escola um título consagrador, o 20º de sua história. A Mangueira já havia levado os dois principais prêmios de veículos do Rio de Janeiro: o Estandarte de Ouro do jornal O Globo e o Tamborim de Ouro do jornal O DIA.

Um Duque de Caxias sanguinário, muitas caveiras manchadas com sangue para simbolizar a matança de índios, escravos e mulheres, correntes para lembrar a vergonha da escravidão. Foi assim que o carnavalesco Leandro Vieira construiu uma das apresentações mais politizadas da história do Sambódromo.

Os autores do samba são Deivid Domênico, Tomaz Miranda, Mama, Marcio Bola, Ronie Oliveira e Danilo Firmino. A vereadora Marielle Franco, assassinada em 14 de março do ano passado, foi um dos heróis homenageados. Outros personagens deram alta carga histórica ao desfile, como Luisa Mahin, Esperança Garcia e Chico da Matilde. A escola arrancou gritos de “é campeã” na Praça da Apoteose.

Também voltam ao Sambódromo no próximo sábado para o Desfile das Campeãs a Viradouro, a Vila Isabel, a Portela, o Salgueiro e a Mocidade. O DIÁRIO DO PORTO selecionou 20 fotos dos fotógrafos Fernando Grilli (até a foto da bandeira) e Gabriel Nascimento (as seguintes), da Riotur, para registrar esta vitória memorável da Mangueira. Veja:

 

Desfile da Mangueira 2019

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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