Alta direção da Caixa vai para o Porto Maravilha | Diário do Porto


Investimentos

Alta direção da Caixa vai para o Porto Maravilha

Presidente da Caixa, Pedro Guimarães, participou de reuniões recentes com o prefeito Marcelo Crivella, discutindo soluções para o desenvolvimento do Porto

5 de agosto de 2019

Fórum vai discutir soluções para o desenvolvimento do Porto Maravilha (foto: Cdurp/Divulgação)

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A Caixa Econômica Federal está finalizando as negociações para ocupar 3 andares do edifício Aqwa Corporate, no Porto Maravilha. Devem ir para lá o alto escalão que trabalha no Rio, além de unidades que hoje estão em outros locais da cidade.

As negociações para a mudança seguem as determinações do novo presidente da instituição, Pedro Guimarães, que já declarou não ver sentido em a Caixa ser parceira de empreendimentos no Porto e ao mesmo tempo ter ido ocupar um prédio de terceiros na Cinelândia.

Guimarães participou de reuniões recentes com o prefeito Marcelo Crivella para buscar soluções que destravem o desenvolvimento do Porto, bem como permitam a retomada dos serviços de manutenção do calçamento, iluminação e paisagismo, que já demonstram sinais de deterioração.

O sucesso do Porto Maravilha deveria ter sido uma preocupação das administrações anteriores da Caixa, pois a instituição é o agente operador dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) dos trabalhadores brasileiros.


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E foi justamente do FGTS que foram usados R$ 5 bilhões para as obras iniciais da revitalização portuária, dinheiro que corrigido chega a cerca de R$ 7,8 bilhões. Mesmo com esse comprometimento, a Caixa até agora vinha tendo um comportamento distanciado do futuro do Porto, o que era visto com estranheza pelo mercado.

O Aqwa Corporate, um dos mais modernos edifícios da cidade, foi construído pela Tishman Speyer, empresa presente em 30 países e que conta com grandes empreendimentos, entre eles a compra e reforma dos legendários Chrysler Building e Rockefeller Center, em Nova York.

A Tishman Speyer construiu ainda o Port Corporate, também na região portuária, nas proximidades da Rodoviária Novo Rio. Seus 40 mil metros quadrados foram vendidos para a Bradesco Seguros, que está transferindo as suas operações para esse edifício.


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