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Mobilidade

Alerj debate futuro da concessão das Barcas

Deputado Flávio Serafini convoca audiência pública dia 27 para tratar da nova concessão das barcas. Frente Parlamentar da Casa teme descontinuidade do serviço

20 de outubro de 2021

Alerj teme pela descontinuidade do serviço das barcas (divulgação/CCR Barcas)

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Presidente da Frente Parlamentar de Defesa do Transporte Aquaviário da Alerj, o deputado Flávio Serafini convocou uma audiência pública para o próximo dia 27 para debater o futuro da concessão do serviço de barcas. A CCR Barcas, que tem contrato de concessão até fevereiro de 2023, afirma em nota que “em hipótese nenhuma” continuará com a prestação do serviço após o término desse prazo. O deputado teme pela descontinuidade da operação das Barcas que servem Niteroi, Paquetá e outras localidades . As informações são de “O Globo”

“Temos que começar agora, o quanto antes, a ouvir o que o governo tem para apresentar. A proposta ainda precisa ser debatida para que seja aperfeiçoada, e não podemos deixar para em cima da hora, porque em 2018 o governo já apresentou um projeto de concessão diferente do que temos hoje, e ele foi retirado por conta de uma série de erros apontados pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado). Com o serviço precarizado do jeito que está, não podemos mais ter erro, pois corremos o risco de haver uma paralisação ou de a CCR ter que atuar por uma liminar da Justiça — diz Serafini.

Governo irá contratar estudo para nova licitação das barcas

A Secretaria de Estado de Transportes informou que já trabalha na contratação dos estudos de modelagem de uma nova licitação. A CCR informa em nota que não seguira com o serviço e também não participará da nova licitação: “Importante enfatizar também que a CCR não participará desta relicitação e vê com preocupação para a continuidade do transporte aquaviário o fato de o novo edital ainda não estar pronto, uma vez que 2022 é ano de eleições para governador e para deputado estadual. A concessionária entende que o assunto não tem sido tratado com a devida importância”, afirma a nota.


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