Alerj debate ampliação de estação de tratamento do Guandu | Diário do Porto


Saneamento

Alerj debate ampliação de estação de tratamento do Guandu

Ampliação do sistema de captação e tratamento de água do Guandu será tema de debate hoje na Alerj. Obra causa preocupação nas cidades da Baixada

28 de outubro de 2021

Comissões da Alerj vão debater ampliação da ETA do Guandu (divulgação/Cedae)

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As Comissões de Saneamento Ambiental e de Representação de Governança da Região Metropolitana da Alerj realizam audiência pública conjunta nesta quinta-feira (28/10) para tratar da manutenção e ampliação do sistema da Estação de Tratamento de Água do Guandu, considerando a licitação da Cedae para a execução de obras na estação. A reunião será às 10h e poderá ser acompanhada ao vivo pela TV Alerj e pelo YouTube da Casa.

“A licitação feita pela Cedae visa a realizar obra de contenção de dois rios, conhecida como tomada d’água. Esse projeto tem causado questionamentos por parte de ambientalistas e de municípios do entorno que podem ser afetados pelas intervenções, como Nova Iguaçu. Vamos debater as condições atuais de funcionamento da estação e ao mesmo tempo tentar dirimir as controvérsias para que a obra seja feita com base num projeto consensual“, explicou o presidente da Comissão de Representação de Governança da Região Metropolitana, deputado Waldeck Carneiro (PT).

Poluição ameaça Guandu

A presidente da Comissão de Saneamento Ambiental, deputada Lucinha (PSDB), disse que os principais mananciais de água que abastecem o Rio de Janeiro estão poluídos: “Se a água bruta está cada vez mais contaminada é lógico que vai chegar num ponto em que você não vai mais conseguir tratar”

Estarão presentes na audiência o professor Adacto Benedicto, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e representantes da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae); da Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa); do Instituto Estadual do Ambiente (Inea); do Ministério Público; da Defensoria Pública; da Prefeitura de Nova Iguaçu; do Comitê Guandu; e da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária Ambiental.


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