Alerj dá R$ 200 milhões para Witzel contratar policiais | Diário do Porto


Segurança

Alerj dá R$ 200 milhões para Witzel contratar policiais

Saiba como foi o acordo entre André Ceciliano e o governo Witzel para aumentar o policiamento com verbas da Assembleia Legislativa

24 de janeiro de 2019

Solenidade de Formatura do Curso de Formação de Soldados da Turma III/2013

Compartilhe essa notícia:


Aos poucos, as instituições do Rio de Janeiro vão se dando conta da importância de investir no combate ao crime no Estado. E dando passos concretos, além de defender mais violência ou de esperar um futuro melhor. Desta vez, a Assembleia Legislativa entrou no clima.

O presidente em exercício da Alerj, deputado André Ceciliano (PT), anunciou que o Legislativo usará parte do seu orçamento para pagar mais 3 mil PMs e 195 policiais civis. Os agentes foram aprovados em concurso de 2014, mas não foram chamados por conta da crise financeira do Estado.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira 24 pelo . Ele fechou um acordo com o secretário de Estado de Governo, Gutemberg de Paula Fonseca. Segundo o Governo do Estado, os policiais serão chamados já em fevereiro para o curso de formação.

 

LEIA TAMBÉM:

Veja promessas de Witzel para segurança, desenvolvimento e ambiente

Veja o que pensam os candidatos a presidente da Alerj

Polícia quebra grupo fornecedor de armas ao tráfico

 

Conforme o acordo, o Legislativo deixará de receber R$ 95 milhões em 2019 e R$ 105 milhões em 2020. A quantia pagará o salário dos policiais. “Só em 2018 economizamos R$ 378 milhões do nosso orçamento, recurso que ajudou o estado a pagar os servidores. Agora decidimos dar essa contribuição direta pela segurança do nosso Estado”, destacou Ceciliano.

O deputado afirmou que solicitará a alocação de metade desse efetivo na Baixada Fluminense, que mais tem sofrido com a violência e com o déficit de policiais.

A Região Portuária também merece um reforço. Reportagem recente do DIÁRIO DO PORTO mostrou que os bairros da área – Gamboa, Santo Cristo e Saúde -, além da maior parte do centro da cidade, tiveram um aumento do número de assaltos de rua e ônibus (LEIA AQUI).

Isso aconteceu durante a intervenção federal na segurança do Rio, apesar de os generais responsáveis pela intervenção terem seus QGs na Central do Brasil e no Comando Militar do Leste, no Porto Maravilha


/